Dados
da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmam que mais de 2 bilhões de pessoas
hoje estão infectadas com algum tipo de verme ou parasita. Estima-se que 60%
dessas infecções têm associação a deficiências nutricionais, principalmente
carência de ferro e vitaminas. Além disso, 2/3 da mortalidade mundial têm
relação com doenças de veiculação hídrica, como as parasitoses.
Estas informações são
preocupantes, pois se este quadro se apresenta para aqueles que tem água e
esgoto sanitário, como será de fato a realidade das classes menos favorecidas?
Não podemos esquecer que no Brasil ainda se planta, principalmente hortaliças,
com estrume (fezes animais e, em alguns lugares, até humanas) e irrigam as
plantações com água de rios ou nascentes contaminadas, indo à nossa mesa
hortaliças extremamente contaminadas, que nem cloro, vinagre, limão, nada além
do cozimento pode exterminar estes ovos e cistos de parasitas.
Em uma população que não tem o
que se alimentar, o resultado da parasitose é devastador, e em classes mais
favorecidas, encontraremos doenças cronificadas, dispepsias crônicas, obesidade, alergias respiratórias, etc. Nas
crianças ocorre o comprometimento do crescimento físico e/ou mental, podendo
levar à diminuição da imunidade, anemia, subnutrição, desnutrição e até a
morte.
Verminose NÃO É SOMENTE UM PROBLEMA QUE AFETA CRIANÇAS DE BAIXA RENDA, mas acomete todo nosso Brasil. Para mudarmos este quadro, há
necessidade de nos conscientizarmos da importância da informação e do
conhecimento como maneiras preventivas no combate ou diminuição da incidência
da verminose em nossa população.
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